Reverberações da arte e da tecnologia digital no cotidiano infantil

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18227/2675-3294repi.v6i1.8824

Palavras-chave:

Arte-educação;, Infância;, Tecnologia digital.

Resumo

Este artigo apresenta experiências vivenciadas por crianças desde a primeira infância em práticas pedagógicas mediadas pela Arte. O estudo teve como foco o projeto “Experimentando e vivenciando a Arte com crianças desde bebês”, desenvolvido em uma creche comunitária do Ceará, em abril de 2024, com turmas do Infantil I B (18 crianças) e do Infantil III A (17 crianças). A pesquisa, de abordagem qualitativa, fundamenta-se em uma revisão narrativa e descritiva de literatura e teve como objetivo compreender de que modo a inserção da Arte e o contato com produções de artistas podem enriquecer as experiências estéticas e favorecer o desenvolvimento integral das crianças. Os resultados evidenciam que as experiências estéticas, inspiradas nas obras de Aldemir Martins e Tarsila do Amaral, promoveram a expressão, a criação e o estabelecimento de conexões significativas com o universo da Arte, sendo potencializadas pelo uso de tecnologias digitais.

Biografia do Autor

Tatiânia Lima da Costa, Prefeitura Municipal de Caucaia

Mestranda em Tecnologias emergentes em Educação pela MUST UNIVERSITY, Flórida-USA, Especialista em Arte-Educação e Cultura popular, Pedagoga, Professora Efetiva da Rede Municipal de Caucaia-CE, participante do Grupo de Estudos Crisálida vinculado a FACED/UFC.

Cintia da Silva Soares, Prefeitura Municipal de Caucaia

Graduada em Pedagogia e Geografia Licenciatura Plena, Especialista em Arte-Educação e cultura popular e em Educação Infantil, Especialista em Neuropsicopedagogia Clínica e Institucional, Mestranda em Tecnologias emergentes em Educação pela MUST UNIVERSITY,

Referências

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Publicado

05/12/2025

Como Citar

COSTA, T. L. da; SOARES, C. da S. . Reverberações da arte e da tecnologia digital no cotidiano infantil. Revista Educação, Pesquisa e Inclusão, [S. l.], v. 6, n. 1, 2025. DOI: 10.18227/2675-3294repi.v6i1.8824. Disponível em: http://revista.ufrr.br/repi/article/view/8824. Acesso em: 13 fev. 2026.

Edição

Seção

Pesquisa Empírica

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