Criança arteira, adulto artista: uma experiência em artes visuais com alunos da graduação no IFCE

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.18227/2675-3294repi.v6i1.8833

Palabras clave:

Formação de Professores de Arte;, Arte para as Infâncias;, Experiência Estética;, Abordagem Triangular.

Resumen

A oficina "Criança arteira, adulto artista" proporcionou a futuros professores de artes visuais do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará uma vivência imersiva no brincar livre com materiais de arte. O objetivo era problematizar a formação docente, estimulando reflexões sobre suas práticas. Caracterizada como pesquisa em artes (Rey, 1996), com abordagem qualitativa e interpretativista, e pesquisa narrativa (Gil, 2019) baseada na observação-participante. A análise crítica, fundamentada na Abordagem Triangular de Barbosa (2010) e nos estudos de Ferraz e Fusari (2001, 2009), revelou que a exploração livre e a ausência de pressões formais impulsionaram a criatividade, promovendo uma ressignificação da arte como processo educativo. Os resultados confirmam a eficácia da oficina em provocar os discentes a repensar suas práticas pedagógicas na educação de artes para as infâncias, validando a intenção inicial de fomentar a reflexão sobre a formação docente.

Biografía del autor/a

Cássia Calandrini Ribeiro, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará

Mestranda em Artes Visuais para as Infâncias. Pós-graduanda em Pesquisa Autobiográfica pela UVA. Pós-Graduada em Gestão pela Prominas; Educação Infantil e Alfabetização pelo IDJ. Graduada em Pedagogia pela UECE. Relato de experiência da própria autora, no ano de 2024, no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará, na turma de Didática Educacional, no curso de Licenciatura em Artes Visuais.

 

Citas

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Publicado

05/12/2025

Cómo citar

RIBEIRO, C. C. . Criança arteira, adulto artista: uma experiência em artes visuais com alunos da graduação no IFCE. Revista Educação, Pesquisa e Inclusão, [S. l.], v. 6, n. 1, 2025. DOI: 10.18227/2675-3294repi.v6i1.8833. Disponível em: http://revista.ufrr.br/repi/article/view/8833. Acesso em: 13 feb. 2026.

Número

Sección

Pesquisa Empírica