Masculinidade e Educação: um relato de experiência

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.18227/2675-3294repi.v6i1.8828

Palabras clave:

Masculinidade;, Educação;, Relato de Experiência.

Resumen

A presente pesquisa tem por objetivo relatar como os estereótipos masculinos são vivenciados dentro do contexto educacional. Como percurso metodológico, a pesquisa constituiu-se por meio de um estudo qualitativo, através de um Relato de uma Experiência Pedagógica, na disciplina Tópicos do Ensino I: Educação Holística, vinculada ao Programa de Mestrado Profissional em Educação, da Universidade Regional do Cariri (URCA). O trabalho fundamenta-se em autores como Hooks (2021), Gadotti (2011), Sousa, Godoi (2020) e Neres (2018). A disciplina foi ofertada de maneira optativa no segundo semestre de 2024, contando com a participação de sete estudantes regulares do programa. Observou-se que os temas abordados pelo vídeo “O Silêncio dos Homens”, apresentado durante as aulas de educação holística, ainda se fazem presentes no cotidiano dos participantes e nas escolas em que trabalham, por meio de falas e comportamentos que reforçam um padrão de masculinidade. Além disso, tais comportamentos também se fazem presentes no contexto familiar, sendo legitimados por figuras de referência nesses espaços e, com isso, corroborando práticas patriarcais e machistas.

Biografía del autor/a

Italo Pereira Coelho, Universidade Regional do Cariri

Graduado em Psicologia pela Unileão. Especialista em Saúde Metal e Gestão de Negócios, Inovação e Consumo. Mestre em Educação.

Clesley Maria Tavares do Nascimento, Universidade Regional do Cariri

Doutora pelo Programa de Pós-graduação em Geografia - PROPGEO-UECE. Pós - Doutora pela Universidade Estadual do Ceará -UECE. Professora Adjunta do departamento de Geociências da Universidade Regional do Cariri- URCA.

Citas

BRASIL. RESOLUÇÃO Nº 510, DE 7 DE ABRIL DE 2016. Conselho Nacional de Saúde. Brasília (DF), 2016. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/cns/2016/res0510_07_04_2016.html. Acesso: 14 out. 2025.

DALTRO, Mônica Ramos; FARIA, Anna Amélia de. Relato de experiência: uma narrativa científica na pós-modernidade. Estud. pesqui. Psicol, v. 19, n. 1, p. 223-237, 2019. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/epp/v19n1/v19n1a13.pdf. Acesso: 02 de mar. de 2024.

GADOTTI, Moacir. Boniteza de um sonho: ensinar e aprender com sentido. 2. ed, São Paulo: Editora e Livraria Instituto Paulo Freire, 2011.

HOOKS, Bell. Tudo sobre o amor: novas perspectivas. 1. ed, São Paulo: Elefante, 2021.

MINAYO, Maria Cecília de Souza O Desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde.14. ed, São Paulo: Hucitec, 2007.

NERES, Edilene de Araújo. A produção da masculinidade no ensino fundamental. In: ENCONTRO D@S ESTUDANTES DE PEDAGOGIA, 2018, Cametá. Anais eletrônicos [...]. Belém: EXEPEPe, 2018. p. 69-78. Disponível em:

http://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/14544. Acesso em: 06 de jul. de 2024.

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS DO BRASIL. OMS: masculinidade tóxica influencia saúde e expectativa de vida dos homens nas Américas. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/84625-oms-masculinidade-t%C3%B3xica-influencia-sa%C3%BAde-e-expectativa-de-vida-dos-homens-nas-am%C3%A9ricas Acesso: 03 de jul. de 2024.

SOUSA, Kaique Alves de; GODOI, Evilen. Caminhos para combater a masculinidade tóxica no espaço escolar In: III Mostra de Trabalhos Sobre Mulheres e Pré ABEH, 2020, Cáceres. Anais [...] Cáceres, 2020. v. 3, p.1-13. Disponível em: https://www.researchgate.net/profile/Kaique-Alves-De-Sousa/publication/348891819_CAMINHOS_PARA_COMBATER_A_MASCULINIDADE_TOXICA_NO_ESPACO_ESCOLAR/links/6026eb7aa6fdcc37a82193d1/CAMINHOS-PARA-COMBATER-A-MASCULINIDADE-TOXICA-NO-ESPACO-ESCOLAR.pdf. Acesso: 03 de jul. de 2024.

Publicado

05/12/2025

Cómo citar

COELHO, I. P.; NASCIMENTO, C. M. T. do . Masculinidade e Educação: um relato de experiência. Revista Educação, Pesquisa e Inclusão, [S. l.], v. 6, n. 1, 2025. DOI: 10.18227/2675-3294repi.v6i1.8828. Disponível em: http://revista.ufrr.br/repi/article/view/8828. Acesso em: 13 feb. 2026.

Número

Sección

Pesquisa Empírica