EXPANSIÓN URBANA E IMPACTOS EN LAS CUENCAS DE BACANGA Y ANIL:
UNA MIRADA AL DESARROLLO SOSTENIBLE EN SÃO LUÍS, MARANHÃO
Palabras clave:
Planificación ambiental, Geografía urbana, Vulnerabilidad socioambientalResumen
El crecimiento de la ciudad de São Luís, capital de Maranhão, ocurrió hacia los estuarios de los ríos Bacanga y Anil, de forma desordenada, resultando en importantes impactos ambientales. Este artículo realiza un análisis técnico-geográfico de las cuencas de los ríos Bacanga y Anil, ubicadas en el municipio de São Luís, Maranhão, con el objetivo de comprender los impactos y procesos ambientales resultantes de la urbanización desordenada en estas cuencas. La metodología adoptada consistió en una investigación cualitativa, descriptiva y exploratoria, basada en un relevamiento bibliográfico, análisis de documentos oficiales (leyes, planes maestros y zonificación), mapeo temático e interpretación de imágenes cartográficas y ambientales secundarias. Los resultados destacan intensas presiones antropogénicas sobre las cuencas, como la sedimentación de los cursos de agua, la impermeabilidad del suelo, la supresión de manglares, la contaminación del agua y las ocupaciones irregulares en áreas de preservación permanente, lo que compromete la integridad ecológica y la funcionalidad hidrológica de estos sistemas. Se observa que, a pesar de la existencia de instrumentos legales relevantes, su efectividad sigue siendo limitada debido a la fragilidad institucional y la desarticulación de las políticas públicas sectoriales. En este contexto, es fundamental la adopción de estrategias de planificación ambiental y territorial, como la zonificación ambiental municipal y la revisión de los planes maestros, junto con el fortalecimiento de las políticas de saneamiento, vivienda y educación ambiental. Se concluye que la sostenibilidad de las cuencas de Bacanga y Anil depende de una gobernanza ambiental integrada, basada en la cooperación entre las autoridades públicas, la sociedad civil y el sector privado, para revertir los procesos de degradación y promover la resiliencia socioecológica.
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