Spaece e livro didático de História: análise do cotidiano escolar
DOI:
https://doi.org/10.18227/2675-3294repi.v6i1.8846Palavras-chave:
Livro Didático;, Spaece;, PNLD;, História.Resumo
O cotidiano escolar é composto por diversos contextos que influenciam a gestão de ensino e aprendizado, assim causando impactos significativos no desenvolvimento cognitivo da criança. Com isso, esse artigo trata da fundamentação teórica de uma monografia que visou a análise do Spaece e do PNLD, na forma que integram impacto nas escolas do Ceará. Portanto, é integrado por estudos bibliográficos sobre livros didáticos, Spaece e os documentos educacionais brasileiros: BNCC e LDB, Choppin (2004), Silva (2012), Pequeno (2000), Sá (2020), Bittencourt (2011), Hall (2016), Minayo (2009) entre outros. Os resultados apontam que os livros didáticos de História, por serem o principal instrumento para o ensino, não têm espaço em sala de aula, devido a treinamentos intensos para o Spaece.
Referências
AGÊNCIA GOV. Investimento do MEC em livro didático é 79% maior em 2024. 2024. Disponível em: https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202402/investimento-do-mec-em-livro-didatico-e-79-maior-em-2024. Acesso em: 15 set. 2025.
BRASIL, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Censo 2022: pela primeira vez, desde 1991, a maior parte da população do Brasil se declara parda
Página inicial. Disponível em : https://www.ibge.gov.br . Acesso em: 20 dez 2024.
BRASIL, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. IDEP. Disponível em: https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/pesquisas-estatisticas-e-indicadores/ideb/resultados Acesso em: 20 dez 2024.
BRASIL, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Dados estatísticos do PNLD. Brasília, 2024. Disponível em: https://www.gov.br/fnde/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas/programas-do-livro/pnld/dados-estatisticos. Acesso em: 10 mar. 2025.
BRASIL, Programa Nacional do Livro Didático. PNLD 2023 – Anos Iniciais do Ensino Fundamental: Obras Didáticas – História. 2023. Disponível em: https://pnld.nees.ufal.br/pnld_2023_anos_iniciais_ensino_fundamental_obras_didaticas/componente-curricular/pnld_2023_anos_iniciais_ensino_fundamental_obras_didaticas_historia. Acesso em: 10 mar. 2025.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. Versão final. Brasília, DF, 2018.
BRASIL. Ministério da Educação. Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, DF, 1996.
BARROS, L. Nossos feminismos revisados. Revista ESTUDOS FEMINISTA. Instituto de Filosofia e Ciências Sociais - IFCS/UFRJ. VOL 3 N 2. 1995. P458 A 463
BITTERNCOURT, Circe. Produção didática de História: trajetórias de pesquisas. Revista de História. São Paulo, n. 164, p. 487-516, 2011.
CHARTIER, R. O mundo como Representação, Revista das revistas, Estudos Avançados (1991)5(11),173-191.
CHOPPIN, Alan. A história dos livros e das edições didáticas: sobre o estado da arte. Educação e pesquisa. São Paulo, v3, n3, 2004.
FARIAS, Isabel Sabino de. PIMENTEL, Silvina Silva. Pesquisa e prática pedagógica. V.3, Fortaleza, Ceará, 2009.
FIGUEIREDO, Angela. Somente um ponto de vista. cadernos pagu(51), e175117. 2017.
FILHO, E. F., MARTINS, E. Contribuições da teoria histórico-cultural para a compreensão das questões raciais na educação escolar|Educ. Pesqui., São Paulo, v.48, e239195, 2022.
FILHO, Luciano. VIDAL, Eloísa. JUNIOR, José. Avaliação em larga escala no Ceará e as políticas de Accourntability: O protagonismo do SPAECE. Revista Práxis Educacional. Vitória da Conquista: Bahia. v. 16, n. 43, p.452- 471, Edição Especial. 2020.
FORTALEZA, Prefeitura de. Orientações gerais para o desenvolvimento do trabalho pedagógico do ensino fundamental, 2023.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 45. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2011.
FREITAS, Luciana. MENESES, Maria. Discursos, epistemologias do sul e pedagogias decoloniais, v26, n56, p857-875. Gragoatá, Niterói. 2021.
GUARESCHI, Neuza al et. As relações raciais na construção das identidades. Psicologia em Estudo, Maringá, v. 7, n. 2, p. 55-64, jul./dez. 2002.
HALL, STUART. Cultura e representação. Organização e revisão técnica: Arthur Ituassu; Tradução: Daniel Miranda e William Oliveira. Rio de Janeiro: PUC-Rio; Apicuri, 2016.
KRAMER. Sonia. Questões raciais e educação: Entre lembranças e reflexos(1995)
MOTTA, Flávia. DE PAULA, Claudemir. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 44, n. 2, e 88365, 2019.
LEITE, Lúcia et al. A educação como prática de liberdade: Uma perspectiva decolonial sobre a escola. Educação em revista, Dossiê - Paulo Freire: O legado Global, v.35, e214079. Belo Horizonte. 2019.
LIMA, Alessio Costa. O Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica do Ceará (SPAECE) como expressão da política pública de avaliação educacional do Estado. Dissertação (Mestrado). Fortaleza: UECE. 2007.
MINAYO, Maria. Capítulo 1: O desafio da pesquisa social. In: MINAYO, Maria. DESLANDES, Suely. GOMES, Romeu. PESQUISA SOCIAL: Teoria, método e criatividade. Edição 26. Petrópolis: Editora Vozes, 2009.
NERY, Vitor et al. Descolonizar a história da educação: Contribuições teóricas dos estudos subalternos e dos pensamento decolonial. History of education in Latin America - HistELA, v.3 e211799, 2020, p. 2-17.
OLIVEIRA, Itamar. OLIVEIRA, Margarete. Cultura histórica e livro didático ideal: algumas contribuições de categorias rüsenianas para um ensino de História à brasileira. ESPAÇO PEDAGÓGICO v. 21, n. 2, Passo Fundo, p. 223-234, 2014 | Disponível em: www.upf.br/seer/index.php/rep
OLIVEIRA, Luiz. CANDAU, Vera. Pedagogia Decolonial e antirracista e intercultura no Brasil. Educação em revista, v26, n01, p15-40. Belo Horizonte. 2010.
PIAGET, Jean. A psicologia da criança. 3. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1994.
PIMENTA, Rafaela. A Educação como permanência e possibilidade de superação do Eterno Feminismo em Simone Beauvoir. Anansi: Revista de filosofia, Salvador, v.2, n.1, 2021.
PITKIN, H. F. Representação: Palavras, instituições e idéias, Lua Nova, São Paulo, 67:15-47, 2006.
QUIJANO, Aníbal. Colonialidad del poder y classificación social. Journal of Word-systems research, v.11, n.2, p. 342-386, 2000.
PEQUENO, Maria. Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica do Ceará (Spaece) na vertente da avaliação do rendimento escolar. R. bras. Est. pedag. Brasília, v. 81, n. 197, p. 128-134, 2000.
ROCHA, Helenice. CAIME, Flávia. A(s) história(s) contada(s) no livro didático hoje: entre o nacional e o mundial. Revista Brasileira de História. São Paulo, v. 34, no 68, p. 125-147, 2014.
SÁ, Pedro. SAEB e PNLD: Dissonâncias e implicações das avaliações de larga escala no contexto educacional brasileiro. Instituto Federal de Mato Grosso: Campus Confresa Revista Prática Docente. v.5, n.2, p. 673-699, 2020.
SANTOS, Francesca et al. SPAECE: perspectiva de acompanhamento da aprendizagem dos alunos cearenses através de seus resultados. Revista Ensino Interdisciplinar, v. 1, nº. 1. UERN, Mossoró, RN. 2015.
SEDUC, Secretaria da Educação do Estado do Ceará. SPAECE, Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica do Ceará. Fortaleza. Disponível em: https://www.seduc.ce.gov.br/spaece/. Acesso em: 29 de Setembro de 2023.
SILVA, Angelina. BARGUIL, Paulo. Capítulo 7: Implicações do Spaece no currículo escolar. In: ANDRADE, Francisco et al. Educação Brasileira: Aportes e tendências. Curitiba: CRV. 2015. pag 67 a 75.
SILVA, Isaíde. O livro didático de história: escolhas, usos e percepções de professores e alunos no cotidiano escolar. Educação e Filosofia Uberlândia, v. 26, n. 52, p. 565-597, 2012.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Ana Vitória Batista da Silva, Amabyly Paulina Carvalho Pessoa

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
A Revista Educação, Pesquisa e Inclusão não cobra taxas para submissão, avaliação e publicação
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Atribuição-NãoComerdial-CompartilharIgual 4.0 Internacional, permitindo compartilhar, copiar, distribuir, exibir, reproduzir, a totalidade ou partes, desde que não tenha objetivo comercial e sejam citados os autores e a fonte, reconhecendo a autoria e a publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e da publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão para distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.



