REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA https://revista.ufrr.br/rga <p><em>*English text below</em></p> <p>A Revista Geográfica Acadêmica tem por objetivo publicar artigos científicos no escopo das grandes áreas de Ciências da Terra e Sociais Aplicadas, sendo áreas correlatas às Geografia. Atualmente, este periódico é vinculado ao <a href="https://tmorato2.wixsite.com/mepa" target="_blank" rel="noopener">Laboratorio de Métricas da Paisagem (Dep. de Geografia/Hydros)</a> sediado na Universidade Federal de Roraima - UFRR).</p> <p>Esta revista é aberta, não cobra qualquer tipo de taxa para submissão ou aquisição do material aqui divulgado. O material publicado pode ser copiado de forma inteira ou parcial desde que seja citada a fonte. É de inteira responsabilidade do autor(s) o conteúdo do artigo publicado na Revista Geográfica Acadêmica.</p> <p>A RGA, a depender do fluxo de editoração, pode de forma momentanea, interromper o processo de submissão. Isso ocorre devido ao grande fluxo de submissões, sendo normalizado após o processo de editoração. Favor ficar atento ao iniciar o processo de submissão.</p> <p>Os autores não podem submeter os artigos publicados na RGA em outros periódicos, sendo estes de direitos autorais da RGA, não sendo possível serem publicados em outras revistas ou livros de forma integral. Leia sobre nossa Política de Ética na secção "Sobre a Revista".</p> <p>Os manuscritos são revisados por pares às cegas e os autores não são identificados. A peridiocidade deste periódico é semestral (dois números por ano, Jun/Jul. e Dez/Jan.). Leia sobre nossa política de revisão pelos pares na secção "Sobre a Revista".</p> <p>As diretrizes aos autores podem ser acessadas em "<a href="https://revista.ufrr.br/index.php/rga/about/submissions#authorGuidelines">Diretrizes aos autores</a>". O tempo de análise do parecer é em torno de 6 meses.</p> <p>Editor-Chefe: Dr.Thiago Morato de Carvalho (Membro titular do COMED - Comitê Consultivo de Editores das Revistas Científicas da Universidade Federal de Roraima)</p> <p>Contato: geograficaacademica@gmail.com</p> <p> </p> <div id="sponsors"> <h3>Respons´ável pela Publicação</h3> <p>Editor-in-Chief: Dr.Thiago Morato de Carvalho (Dep. de Geografia - Universidade Feederal de Roraima, Brasil)</p> <p><a title="MEPA" href="https://tmorato2.wixsite.com/mepa">Laboratório de Métricas da Paisagem</a></p> <p>https://tmorato2.wixsite.com/mepa</p> <p>Contato: geograficaacademica@gmail.com</p> <p> </p> </div> <div id="contributors"> <h3><span class="Y2IQFc" lang="en">Fonte de Apoio<br /></span></h3> <p><a href="https://tmorato2.wixsite.com/mepa">Laboratório de Métricas da Paisagem</a></p> <p>https://tmorato2.wixsite.com/mepa</p> <p>Comit´ê de Editores/Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação/Universidade Federal de Roraima</p> <p> </p> </div> <p><em>*English below</em></p> <p>The Geográfica Acadêmica Journal aims to publish scientific articles within the scope of the major areas of Earth and Applied Social Sciences.</p> <p>This journal is open, continuous flow, does not charge any kind of fee for submission or acquisition of the material published here. 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Para alcançar tal objetivo, foi feita uma análise estratégica utilizando-se de duas ferramentas, a matriz SWOT (um acrônimo de forças - <em>strengths</em>, fraquezas - <em>weaknesses</em>, oportunidades - <em>opportunities</em> e ameaças - <em>threats</em>); e a matriz PESTEL (político - P, econômico - E, social - S, tecnológico - T, meio ambiente - E e legal, L). Para construir as tabelas SWOT e PESTEL, foi realizada buscas em dissertações postadas em repositórios institucionais da Universidade do Estado do Amazonas e da Universidade Federal do Amazonas, como também, observação não participante nas reuniões do Conselho Estadual de Recursos Hídricos para compreender melhor a dinâmica da gestão. Os resultados demonstraram que é de uma gestão de recursos hídricos ainda em fase inicial, necessitando de melhorias no planejamento para que alcance suas metas. Notou-se que o principal gargalo da gestão é a não execução dos instrumentos da Política Estadual de Recursos Hídricos, visto que eles são os elementos essenciais para que funcione de forma plena e estratégica. Além disso, a gestão política também não tem priorizado os recursos hídricos, o que gera descontinuidade de projetos. Por último, percebeu-se que o Sistema de Gerenciamento de Recursos Hídricos apresenta poucas pessoas atuantes na causa hídrica, como foi notado nas reuniões do Conselho Estadual com participação de poucos membros. É nítido então que se deve fortalecer e reestruturar o sistema para que a gestão consiga atingir seus objetivos, além de buscar capacitar mais pessoas para esse fim.</p> Nicholas Matheus Guimarães Azevedo, João D'Anuzio Menezes de Azevedo Filho, Carlossandro Carvalho de Albuquerque, Nadja Polyana Felizola Cabete (Autor) Copyright (c) 2024 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revista.ufrr.br/rga/article/view/7633 Fri, 12 Jul 2024 00:00:00 -0400 INFLUÊNCIA DOS GCPS NA ACURÁCIA DE PRODUTOS CARTOGRÁFICOS A PARTIR DE VANT EM ÁREA DE GRANDE VARIAÇÃO ALTIMÉTRICA https://revista.ufrr.br/rga/article/view/7928 <p>O processamento de imagens obtidas por Veículos Aéreos não Tripulados (VANTs), com o avanço na técnica <em>Structure from Motion – Multi-View Stereo</em> (SfM-MVS), vem se popularizando nos estudos da área da Geociências, tendo diversas aplicações pelo seu baixo custo, rapidez e praticidade do método. A praticidade faz que usuários menos experientes utilizem o método e, por muitas vezes, a precisão cartográfica é negligenciada. A precisão e acurácia dos modelos obtidos com VANTs têm sido alvos de pesquisas recentes, mas carecendo ainda de estudos aprofundados no mapeamento de áreas escarpadas onde a amplitude altimétrica pode interferir na qualidade do modelo. A presente pesquisa teve por objetivo analisar a variação do erro médio quadrático (RMSE) de acordo com a influência do número de <em>Ground Control Points</em> (GCPs) e estimar uma quantidade ideal de pontos de controle que devem ser utilizados para produzir resultados acurados em uma área de extração de basalto a céu aberto em forma de patamares no estado do Rio Grande do Sul com uma variação altimétrica de aproximadamente 50m. Com um número de 10 a 16 GCPs foi observada uma estabilização do erros na área de estudo, mas outros fatores além do número dos GCPs se mostraram importantes na variação do erro, como distribuição dos pontos, iluminação, taxa de sobreposição das imagens e variação da escala devido à altura da foto.</p> Lucas Krein Rademann, Marco Antônio Da Rosa Soares, Romário Trentin, Giorge Schnorr (Autor) Copyright (c) 2024 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revista.ufrr.br/rga/article/view/7928 Fri, 12 Jul 2024 00:00:00 -0400 OS ÓCULOS DE REALIDADE VIRTUAL (RV) COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO ENSINO DE GEOGRAFIA: PARÂMETROS A PARTIR DAS PERCEPÇÕES DE ESTUDANTES https://revista.ufrr.br/rga/article/view/7628 <p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;" align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;">O processo didático é marcado pela procura de estratégias para impulsionar o aprendizado dos estudantes. Nesse sentido, uma das possibilidades no ensino de Geografia é a utilização da Realidade Virtual (RV), trazendo à sala de aula diferentes aspectos dessa disciplina do conhecimento. Desta maneira, esta pesquisa procurou caracterizar a percepção de estudantes sobre uma ferramenta de RV para o ensino da paisagem na componente curricular de Geografia, levando em consideração o posicionamento prático do instrumento utilizado. Para isto, foram gravadas com câmera em 360 graus localidades em Caxias do Sul, Gramado e Bento Gonçalves, todas no estado do Rio Grande do Sul. Organizou-se uma sequência didática aplicada no último ano do ensino médio no [omitido para avaliação], com a utilização de um óculos de RV e um celular acoplado para a visualização dos vídeos, apresentando-os através do </span></span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"><em><span style="font-weight: normal;">youtube.com</span></em></span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;">. Empregou-se um questionário apoiado na escala Likert para a aferição das percepções e perguntas abertas para a categorização qualitativa. Chega-se à conclusão de que a proposta empregada demonstra desafios relacionados aos instrumentos técnicos, associados à percepção de que o conhecimento sobre as paisagens é aprimorado com o uso da RV e que a ferramenta motiva e engaja os estudantes. Conjuntamente, o manuseio e entendimento do equipamento de RV foram evidenciados como facilitadores sobre a tecnologia a ser utilizada no mundo do trabalho. </span></span></span></p> João Vitor Gobis Verges, Alfredo Costa, Diego Corrêa Maia, Nivea Massaretto Verges (Autor) Copyright (c) 2024 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revista.ufrr.br/rga/article/view/7628 Fri, 12 Jul 2024 00:00:00 -0400 UTILIZAÇÃO DA ESTRUTURA DPSIR PARA MONITORAR E IDENTIFICAR AS ATIVIDADES HUMANAS NA PLANÍCIE FLÚVIOMARINHA DO RIO APODI-MOSSORÓ, SEMIÁRIDO BRASILEIRO https://revista.ufrr.br/rga/article/view/7891 <p>As planícies flúviomarinhas em situação de hipersalinidade são ecossistemas característicos das zonas tropicais, condição que é viabilizada pela elevada evaporação e escassa pluviosidade, dando origem a cristalização dos sais da água do mar na superfície do solo. Adicionalmente, enfrentam constante ocupação, mesmo em circunstâncias desfavoráveis. A presente pesquisa tem como objetivo identificar e monitorar as potencialidades para atividades econômicas da planície flúviomarinha do rio Apodi-Mossoró, por meio da estrutura DPSIR (Demanda-Pressão-Estado-Impacto-Resposta), que é capaz de proporcionar uma análise das relações sistêmicas entre ações antrópicas e ambientais. Para isso, foram realizados levantamentos bibliográficos e Listagem de Controle (Checklist) em campo para identificar os principais indicadores que caracterizam a problemática. Os resultados mostraram que as demandas por alimento, energia e espaço imobiliário provocam variadas pressões no estado natural, de maneira que os impactos mais significativos são a perda da biodiversidade e alterações na composição natural do solo, causados sobretudo pela carcinicultura, salinas, atividade petrolífera onshore e crescimento populacional. Para mitigar esses danos e assegurar a sustentabilidade, as principais respostas foram a fiscalização a partir das normas ambientais e a implementação do saneamento ambiental</p> Carlos Daniel Silva e Souza, Raquel Franco de Souza, Diógenes Félix da Silva Costa (Autor) Copyright (c) 2024 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revista.ufrr.br/rga/article/view/7891 Fri, 12 Jul 2024 00:00:00 -0400 IMPACTOS AMBIENTAIS DA URBANIZAÇÃO EM CURSO D’ÁGUA: DIAGNÓSTICO DA QUALIDADE DE ÁGUA DO CÓRREGO VERTENTE GRANDE, FRUTAL-MG https://revista.ufrr.br/rga/article/view/8102 <p>Os rios urbanos têm sofrido com a degradação ambiental, apesar da sua importância para a sociedade e para a natureza. Durante os últimos séculos, a degradação vem aumentando consideravelmente, em especial com o incremento de áreas urbanizadas e áreas agricultáveis, causando preocupação sobre a sustentabilidade e o limite para o uso de seus recursos. O presente estudo teve como objetivo verificar a qualidade da água do córrego Vertente Grande, localizado no município de Frutal-MG, que possui importância para a cidade, especialmente nas épocas mais secas do ano, quando é utilizado em situações emergenciais para captação de água para abastecimento público, após tratamento convencional. O córrego vem sendo negligenciado com o descarte de resíduos sólidos à medida que atravessa a zona urbana da cidade. Coletas mensais de água foram realizadas durante os meses de outubro de 2022 a março de 2023, em três pontos do córrego, cada um com um grau de antropização (zona rural, início do trecho urbano e trecho urbanizado). Utilizou-se um Protocolo de Avaliação Rápida de Rios para verificar aspectos ecológicos e impactos antropogênicos no curso de água. Análises físico-químicas e quantificação de coliformes termotolerantes foram realizadas nos pontos amostrais, comprovando que, ao passo que o curso d’água adentra a zona urbana, a qualidade da água se deteriora. As variáveis condutividade elétrica, sólidos totais dissolvidos, nitrato, nitrogênio amoniacal total e fósforo total apresentaram maiores concentrações no ponto que corresponde ao local mais urbanizado, assim como os coliformes termotolerantes. As variáveis condutividade elétrica, sólidos totais dissolvidos, oxigênio dissolvido, nitrato, nitrogênio amoniacal total, fósforo total e coliformes termotolerantes apresentaram diferença estatística significativa entre os pontos, com menores valores no ponto relacionado a zona rural e maiores no ponto relacionado ao trecho urbanizado. A análise de componentes principais identificou um aumento do grau de eutrofização à medida que a água percorre o trecho urbano. O Protocolo de Avaliação Rápida de Rios demonstrou que a urbanização impacta negativamente o sistema hídrico, causando degradação nas margens e acúmulo de resíduos, fazendo com que a água perca as funcionalidades mais exigentes para o consumo humano. O monitoramento aponta a contaminação das águas que vêm sendo utilizadas como fonte secundária para o tratamento e distribuição aos munícipes.</p> Hyago Souza Teixeira, Rodrigo Ney Millan (Autor) Copyright (c) 2024 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revista.ufrr.br/rga/article/view/8102 Fri, 12 Jul 2024 00:00:00 -0400 CRESCIMENTO ECONÔMICO E DISPARIDADE REGIONAL EM MATO GROSSO NO INÍCIO DO SÉCULO XXI https://revista.ufrr.br/rga/article/view/8107 <p>Este artigo analisou o comportamento das disparidades econômicas regionais nas regiões mato-grossenses. Para isso, fez-se o uso do procedimento metodológico baseado na estimativa do Coeficiente de Williamson (Vw), empregando como parâmetro o Valor Adicionado Bruto (VAB) <em>per capita</em> por setor econômico e a população residente nos anos de 2002, 2010 e 2020. Os resultados evidenciaram que o setor de serviços apresentou a maior convergência regional no período compreendido entre 2002 a 2020. O setor industrial também avança em direção a maior homogeneidade regional, porém, com menor intensidade em algumas regiões quando observado o desempenho do Vw. As diferenças regionais foram detectadas no setor agropecuário, com destaque para a região imediata de Sorriso, que foi mais significativa em 2020. Além disso, as regiões imediatas de Cuiabá e Diamantino mostraram uma moderada variação em direção à maior divergência regional, ou seja, elas estão se distanciando das demais em termos de homogeneidade.</p> Leandro José de Oliveira, Jandir Ferrera de Lima, Ricardo Rippel (Autor) Copyright (c) 2024 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revista.ufrr.br/rga/article/view/8107 Fri, 12 Jul 2024 00:00:00 -0400 MAPA DE CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA DE THORNTHWAITE PARA O LESTE MARANHENSE https://revista.ufrr.br/rga/article/view/8110 <p>A classificação climática de Thornthwaite é uma das mais utilizadas no mundo, seja para estudos geográficos, meteorológicos, climatológicos, bioclimatológicos, ecológicos, dentre outros. Este estudo teve como objetivo gerar um mapa detalhado de classificação climática de Thornthwaite para o Leste Maranhense. Foram utilizados um total de 101 pontos de observação meteorológica, dos quais se obteve as variáveis temperatura média do ar e precipitação pluvial, dentro do intervalo temporal de 1950 a 2021. Tais dados foram avaliados e posteriormente processados em ambiente Excel e SIG. No Excel foram calculados os balanços hídricos climatológicos pelo método de Thornthwaite e Mather, usando 100 mm como capacidade de armazenamento de água do solo, além da determinação dos índices das equações de temperatura por regressão linear múltipla para posterior espacialização em imagens matriciais de latitude e longitude. Os dados de precipitação e evapotranspiração foram interpolados por krigagem ordinária, com resolução espacial de 90 m, igual à do modelo digital de elevação disponibilizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Foram avaliados mais de 8.727.760,0 pixels, sendo identificados os tipos climáticos subúmido seco C<sub>1</sub> e subúmido chuvoso C<sub>2</sub>, descritos pelos subtipos C<sub>1</sub>dA’a’, C<sub>1</sub>wA’a’, C<sub>1</sub>w<sub>2</sub>A’a’ e C<sub>2</sub>w<sub>2</sub>A’a’. No geral, identificou-se que 94% da área do Leste Maranhense é ocupada por clima C<sub>1</sub> e 6% por clima C<sub>2</sub>. Entende-se que este estudo gerou informações científicas precisas para apoio no planejamento agrícola e urbano, gestão de recursos hídricos e elaboração de políticas ambientais sustentáveis para o Leste Maranhense.</p> Wellington Cruz Corrêa, Bruna Ribeiro, Alayne Rodrigues, Nítalo Machado, Marcus Carvalho (Autor) Copyright (c) 2024 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revista.ufrr.br/rga/article/view/8110 Fri, 12 Jul 2024 00:00:00 -0400 MAPEAMENTO DA FAVORABILIDADE HÍDRICA NA ALTA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MEIA PONTE, COMO SUBSÍDIO ÀS POLÍTICAS DE SEGURANÇA HÍDRICA DE GOIÂNIA (GO) https://revista.ufrr.br/rga/article/view/8123 <p>A favorabilidade hídrica se refere à condição favorável da disponibilidade e distribuição da água em determinadas áreas, como por exemplo em bacias hidrográficas, sendo influenciada por diversos fatores físicos/ambientais. Dessa forma, o objetivo deste trabalho foi elaborar um mapa de favorabilidade hídrica da alta Bacia Hidrográfica do Rio Meia Ponte (BHRMP), visando subsidiar as políticas setoriais de conservação de água e de segurança hídrica de Goiânia (GO). O método utilizado englobou fatores intervenientes da favorabilidade hídrica em bacia hidrográfica, portanto, configurando-se em análise multicritério espacial, baseada em álgebra de mapas. Dentre os diversos fatores presentes na literatura, foram selecionados os que mais influenciam a favorabilidade hídrica numa bacia hidrográfica, sendo eles: precipitação, temperatura, geologia, solos, cobertura e uso das terras, declividade e <em>Hand</em>. Os mapas dos fatores foram reclassificados em cinco classes conforme a contribuição para a favorabilidade hídrica: muito favorável (classe 1), favorável (classe 2), medianamente favorável (classe 3), pouco favorável (classe 4) e desfavorável (classe 5). Os mapas reclassificados foram sobrepostos no QGIS com a utilização da álgebra de mapas, tendo como resultado o mapa de favorabilidade hídrica da BHRMP. Observou-se que existem maiores percentuais de área abrangida pela classe favorável (38,19%), seguida das classes medianamente favorável (29,01%), pouco favorável (19,71%), desfavorável (8,68%) e, por último, da classe muito favorável (4,40%). É indispensável que se realize o manejo adequado dos solos em todas as classes de favorabilidade hídrica, entretanto é urgente a implementação de ações conservacionistas dos recursos hídricos nas áreas identificadas como medianamente favoráveis, pouco favoráveis e desfavoráveis.</p> Derick Martins Borges de Moura, Ivanilton José de Oliveira (Autor) Copyright (c) 2024 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revista.ufrr.br/rga/article/view/8123 Fri, 12 Jul 2024 00:00:00 -0400 INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA E DA PRECIPITAÇÃO NA VARIAÇÃO ANUAL DE ÍNDICES DE VEGETAÇÃO EM ÁREA DE FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL, NO SUDOESTE DO PARANÁ, BRASIL https://revista.ufrr.br/rga/article/view/8099 <p>Os índices de vegetação (IVs) possuem como função realçar o sinal da vegetação e minimizar as variações na irradiância solar e os efeitos do substrato do dossel vegetal. As séries temporais de imagens de cobertura vegetal apresentam diferentes componentes de frequência, como variações sazonais e flutuações de longo e curto prazo, influenciados principalmente pelos fatores climáticos da temperatura e da precipitação. Assim, o trabalho visa avaliar a influência da temperatura e da precipitação na variação anual do NDVI (<em>normalized difference vegetation index</em>), do RENDVI<em> (red edge normalized difference vegetation index)</em> e do EVI (<em>enhanced vegetation index</em>), em área de floresta estacional semidecidual, a qual abrange parte dos municípios de Marmeleiro e de Renascença, no sudoeste do Estado do Paraná. Foram utilizadas sete imagens do satélite RapidEye (nível 3A) disponíveis para o ano de 2018 sem cobertura de nuvens. A variação sazonal demonstrou que os maiores valores de IVs da vegetação foram encontrados no verão, uma vez que a temperatura e a precipitação contribuem para elevá-los na área de estudo, sendo a resposta à temperatura mais rápida que à precipitação. O EVI apresentou melhor correlação com a temperatura média mínima e com a temperatura média, pelo fato de ser mais influenciado pelo índice de área foliar (IAF), que é controlado pelas estações do ano. Por outro lado, o NDVI e o RENDVI são mais influenciados pela precipitação e apresentaram maior correlação com a precipitação acumulada entre 30 e 60 dias anteriores ao imageamento.</p> Fabiano André Marion, Juliano Andres, Elvis Rabuske Hendges, Karine Belon (Autor) Copyright (c) 2024 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revista.ufrr.br/rga/article/view/8099 Fri, 12 Jul 2024 00:00:00 -0400 A CIDADANIA NA FORMAÇÃO INICIAL DOS FUTUROS PROFESSORES DE GEOGRAFIA: UM RELATO DA UFT E UNIFESSPA https://revista.ufrr.br/rga/article/view/8122 <p>O presente trabalho trata-se de um recorte da dissertação de mestrado intitulada “A Cidadania na Formação Inicial dos Futuros Professores de Geografia: Um relato da UFT e Unifesspa”. As atenções se voltam para os futuros docentes de Geografia e sua formação inicial, trazendo a inquietude em saber: a) qual a concepção dos futuros professores de Geografia da Unifesspa, campus Marabá, e da UFT, campus Porto Nacional, sobre cidadania?; b) os respectivos cursos de licenciatura formam professores na perspectiva de formação cidadã?; c) Como se dá a formação inicial desses sujeitos perante as transformações no mundo contemporâneo?; d) de que maneira a Geografia contribui para a formação cidadã? Para a realização desta pesquisa, foram considerados alguns procedimentos com base nos objetivos propostos. As metodologias utilizadas foram: 1º) pesquisa e levantamento bibliográfico; 2º) análise documental do Projeto Pedagógico dos Cursos (PPC) de licenciatura em Geografia da Unifesspa e da UFT; 3º) elaboração e aplicação de questionários e por fim, 4º) discussões dos resultados obtidos após coleta de dados por meio dos questionários respondidos. A Geografia apresenta-se como um campo do conhecimento que auxilia o jovem educando no entendimento da sua realidade e na busca por mudanças, podendo atuar politicamente na construção de uma sociedade mais justa. Assim, faz-se necessário desde a formação inicial de professores de Geografia construir conhecimentos transformadores capazes de contribuir no exercício de uma Geografia escolar e na promoção de práticas cidadãs.</p> Dionel Barbosa Ferreira Júnior, Roberto Souza Santos, Robson Alves dos Santos (Autor) Copyright (c) 2024 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revista.ufrr.br/rga/article/view/8122 Fri, 12 Jul 2024 00:00:00 -0400 MELHORAMENTO DO COMPORTAMENTO MECÂNICO DE UM SOLO ESTABILIZADO COM CINZA DA LENHA DE ALGAROBA https://revista.ufrr.br/rga/article/view/8109 <p>Quando o solo não apresenta propriedades adequadas para suportar as cargas impostas, pode-se realizar seu melhoramento para satisfazer os requisitos de projeto. Este artigo tem como objetivo verificar o comportamento mecânico de um solo coletado da cidade de Agrestina, Pernambuco, estabilizado com diferentes percentuais de cinza de lenha de algaroba (CLA). As misturas foram realizadas com 4%, 6%, 8% e 10% de CLA em relação à massa da amostra para avaliar a evolução da estabilização em diferentes tempos de cura (0,7,14 e 28 dias). Foram realizados ensaios de caracterização (física, química e mineralógica) e ensaios mecânicos no solo e nas misturas de solo-CLA. Nos ensaios mecânicos foram investigados a resistência à compressão simples (RCS), resistência à tração por compressão diametral (RTCD) e cisalhamento direto (CD). Os resultados mostraram aumento na resistência em decorrência do aumento do teor de CLA e o tempo de cura, em função da cimentação que ocorre nas misturas. No ensaio de RCS, o aumento foi de 228% do solo com 10% de CLA e 28 dias de cura. No ensaio de RTCD o aumento foi de 314%, e no ensaio de resistência ao cisalhamento, a coesão aumentou em decorrência do tempo de cura e aumento dos teores de CLA. O ângulo de atrito não apresentou uma tendência definitiva. Os resultados mostram CLA como alternativa para melhoria do comportamento mecânico de solo, também reduzindo um passivo ambiental.</p> Luana Dantas de Medeiros, maria isabela marques da cunha bello, Silvio Romero de Melo Ferreira (Autor) Copyright (c) 2024 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revista.ufrr.br/rga/article/view/8109 Fri, 12 Jul 2024 00:00:00 -0400