https://revista.ufrr.br/rga/issue/feed REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA 2024-01-11T10:15:57-04:00 Revista Geografica Academica geograficaacademica@gmail.com Open Journal Systems <p><em>*English text below</em></p> <p>A Revista Geográfica Acadêmica tem por objetivo publicar artigos científicos no escopo das grandes áreas de Ciências da Terra e Sociais Aplicadas, sendo áreas correlatas às Geografia. Atualmente, este periódico é vinculado ao <a href="https://tmorato2.wixsite.com/mepa" target="_blank" rel="noopener">Laboratorio de Métricas da Paisagem (Dep. de Geografia/Hydros)</a> sediado na Universidade Federal de Roraima - UFRR).</p> <p>Esta revista é aberta, não cobra qualquer tipo de taxa para submissão ou aquisição do material aqui divulgado. O material publicado pode ser copiado de forma inteira ou parcial desde que seja citada a fonte. É de inteira responsabilidade do autor(s) o conteúdo do artigo publicado na Revista Geográfica Acadêmica.</p> <p>A RGA, a depender do fluxo de editoração, pode de forma momentanea, interromper o processo de submissão. Isso ocorre devido ao grande fluxo de submissões, sendo normalizado após o processo de editoração. Favor ficar atento ao iniciar o processo de submissão.</p> <p>Os autores não podem submeter os artigos publicados na RGA em outros periódicos, sendo estes de direitos autorais da RGA, não sendo possível serem publicados em outras revistas ou livros de forma integral. Leia sobre nossa Política de Ética na secção "Sobre a Revista".</p> <p>Os manuscritos são revisados por pares às cegas e os autores não são identificados. A peridiocidade deste periódico é semestral (dois números por ano, Jun/Jul. e Dez/Jan.). Leia sobre nossa política de revisão pelos pares na secção "Sobre a Revista".</p> <p>As diretrizes aos autores podem ser acessadas em "<a href="https://revista.ufrr.br/index.php/rga/about/submissions#authorGuidelines">Diretrizes aos autores</a>". O tempo de análise do parecer é em torno de 6 meses.</p> <p>Editor-Chefe: Dr.Thiago Morato de Carvalho (Membro titular do COMED - Comitê Consultivo de Editores das Revistas Científicas da Universidade Federal de Roraima)</p> <p>Contato: geograficaacademica@gmail.com</p> <p> </p> <div id="sponsors"> <h3>Respons´ável pela Publicação</h3> <p>Editor-in-Chief: Dr.Thiago Morato de Carvalho (Dep. de Geografia - Universidade Feederal de Roraima, Brasil)</p> <p><a title="MEPA" href="https://tmorato2.wixsite.com/mepa">Laboratório de Métricas da Paisagem</a></p> <p>https://tmorato2.wixsite.com/mepa</p> <p>Contato: geograficaacademica@gmail.com</p> <p> </p> </div> <div id="contributors"> <h3><span class="Y2IQFc" lang="en">Fonte de Apoio<br /></span></h3> <p><a href="https://tmorato2.wixsite.com/mepa">Laboratório de Métricas da Paisagem</a></p> <p>https://tmorato2.wixsite.com/mepa</p> <p>Comit´ê de Editores/Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação/Universidade Federal de Roraima</p> <p> </p> </div> <p><em>*English below</em></p> <p>The Geográfica Acadêmica Journal aims to publish scientific articles within the scope of the major areas of Earth and Applied Social Sciences.</p> <p>This journal is open, continuous flow, does not charge any kind of fee for submission or acquisition of the material published here. Published material may be copied in whole or in part provided the source is acknowledged. It is the sole responsibility of the author(s) for the content of the article published in the Revista Geográfica Acadêmica. Our journal is committed to ethical standards at all stages of its publication, and follows the guidelines of the <a href="https://publicationethics.org/about/our-organisation">Committee on Publication Ethics – COPE</a> as described in its policy guide for publications in COPE scientific journals (<a href="https://publicationethics.org/guidance/Guidelines">Guidelines formal COPE policy</a>) . (please, read our Ethics Policy in the section About Journal) .</p> <p><span id="result_box" class="long_text" lang="en">The authors, as well as indexers and other databases, are free to collect, store and disseminate the content of the Revista Geográfica Acadêmica in online media, provided that the source of the Revista Geográfica Acadêmica is duly cited, which holds copyright.<br /></span></p> <p><span class="long_text" lang="en">Revista Geografica Academica is licensed under a<br /><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/">Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil License</a>. (CC BY-NC-ND 2.5 BR)</span></p> <p>Authors cannot submit articles published in RGA in other journals, as these are the copyright of RGA, and cannot be published in other journals or books in full. Manuscripts are peer-reviewed blindly and authors are not identified (please read about our Peer Review Policy in the section About Journal).</p> <p>This periodical is published every six months (two issues per year, Jun/Jul. and Dec/Jan.). Guidelines for authors can be found under "Guidelines for authors". The opinion analysis time is around 4 months.</p> <p>Editor-in-Chief: Dr.Thiago Morato de Carvalho (Titular member of COMED - Advisory Committee of Editors of Scientific Journals of the Federal University of Roraima)</p> <p>Contact: geograficaacademica@gmail.com</p> <p> </p> <div id="sponsors"> <h3>Sponsors</h3> <p>Editor-in-Chief: Dr.Thiago Morato de Carvalho (Dep. de Geografia - Universidade Feederal de Roraima, Brasil)</p> <p>Laboratório de Métricas da Paisagem</p> <p>https://tmorato2.wixsite.com/mepa</p> <p>Contact: geograficaacademica@gmail.com</p> </div> <div id="contributors"> <h3><span class="Y2IQFc" lang="en">Support Sources</span></h3> <p><a href="https://tmorato2.wixsite.com/mepa">Laboratório de Métricas da Paisagem</a></p> <p>https://tmorato2.wixsite.com/mepa</p> <p>Comit´ê de Editores/Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação/Universidade Federal de Roraima</p> </div> https://revista.ufrr.br/rga/article/view/7735 ANÁLISE TEMPORAL DE UMA ENCOSTA EM SITUAÇÃO DE RISCO NO BAIRRO DE NOVA DESCOBERTA – RECIFE/PE 2023-06-09T15:05:48-04:00 Rayane Gabriella Pereira da Silva rgps@poli.br Kalinny Patricia Vaz Lafayette klafayette@poli.br Amaury Gouveia Pessoa Neto agpn@poli.br <p>Ao longo dos anos danos por deslizamento de terra tem se tornado cada dia mais frequentes principalmente no período de inverno. Apesar de terem origem natural, são influenciados pelas ações antrópicas, como: cortes irregulares no talude, remoção da cobertura vegetal, deposição irregular de resíduos, entre outros. Diante disso, o presente trabalho tem como objetivo analisar a evolução temporal de uma encosta em situação de risco no bairro de Nova Descoberta-Recife/PE. Foram obtidos os mapas através de imagens aéreas da área em estudo para os anos de 1975, 1997, 2007, 2013 e 2023. Utilizando o <em>software</em> QGIS (3.10.9) foi possível realizar uma análise quantitativa encontrando os valores das áreas correspondentes a cada tipologia de cobertura ao longo do tempo. Os resultados mostraram em um recorte temporal de 48 anos que houve um aumento da área urbana de 305,56%, e uma redução da área de vegetação natural em 65,41% e de área de solo exposto em 60,87% e um aumento de 33,33% do eixo viário. Portanto, existe a necessidade de aumento da cobertura vegetal, monitoramento da área, políticas públicas para redução dos danos principalmente educação ambiental para moradores em situação de risco.</p> 2024-02-06T00:00:00-04:00 Copyright (c) 2024 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA https://revista.ufrr.br/rga/article/view/7597 UTILIZAÇÃO DE DADOS DE SENSORES REMOTOS PARA A ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DA LINHA DE COSTA DA ILHA DE ALGODOAL/MAIANDEUA, LITORAL AMAZÔNICO 2023-05-16T15:57:40-04:00 Lohan Baía lohanbaia@gmail.com Leilanhe Ranieri laranieri@ufpa.br <p>A análise de mudanças morfológicas em ambientes dinâmicos desempenha um papel crucial na compreensão da evolução deles. Um exemplo pode ser encontrado na Ilha de Algodoal/Maiandeua, litoral amazônico. Ela abriga diversos ecossistemas sujeitos a rápidas alterações morfossedimentares devido aos fluxos fluviais e marítimos da Bacia Amazônica, principalmente em sua linha de costa, que está sujeita a processos erosivos e deposicionais de sedimentos. Além disso, a ilha apresenta expansão da ocupação humana devido ao seu potencial turístico. O objetivo deste artigo é demonstrar como a linha de costa evoluiu ao longo de 35 anos em sete áreas da ilha. Para esta análise foram utilizadas imagens do satélite Landsat capturadas em 1988, 2002, 2016 e 2023, processadas através do software ArcGIS 10.5 e da extensão <em>Digital Shoreline Analysis System</em> v5.1. Os resultados indicaram que a ilha apresenta diferentes processos costeiros. No setor oeste, a ilha se mantém estável, sem processos erosivos. No setor norte, a linha costeira está em processo de acreção, embora também apresente algumas áreas erosivas. Nos setores leste e sudeste, a ilha exibe comportamento tanto acrecional quanto erosivo. Em geral, observou-se que taxas de acreção e estabilidade costeira foram mais frequentes, sugerindo um impacto reduzido da erosão costeira. A ocupação humana ao longo da linha costeira da ilha é limitada, o que também contribui para a diminuição do risco de erosão. No entanto, a ilha é bastante influenciada por fenômenos oceanográficos, especialmente correntes litorâneas e marés, o que a torna vulnerável a possíveis impactos negativos no futuro</p> 2023-12-30T00:00:00-04:00 Copyright (c) 2024 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA https://revista.ufrr.br/rga/article/view/7857 CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-AMBIENTAL DA PAISAGEM NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TURVO - SÃO PAULO, BRASIL 2023-09-21T13:46:42-04:00 Luciene da Costa Rodrigues luciene.rodrigues@unemat.br Sandra Mara Alves da Silva neves ssneves@unemat.br <p>Estudos voltados para caracterização ambiental são essenciais para auxiliar no planejamento das atividades de uso da terra e manejos em bacias hidrográficas. Nessa ótica, este estudo tem como objetivo caracterizar os elementos físico-ambiental da paisagem na Bacia Hidrográfica do Rio Turvo/SP, visando auxiliar no planejamento das atividades de usos da terra e tomada de decisões. Foram utilizadas ferramentas geotecnológicas para a elaboração de mapas e tabelas dos atributos biofísicos, da cobertura vegetal e uso da terra. Na bacia, as atividades econômicas correspondem principalmente a atividade agropecuária, sendo esta, a mais impactante da categoria de Usos antrópicos nos anos analisados (1990-2020). As formações geológicas que predominaram na área foram: Formação Turvo-Cajati (36,41%), Complexo Atubá (28,20%) e a Unidade de Gnaisses Migmatíticos Bandados (13,38%). Nas geomorfológicas, foram: Planalto de Curitiba (56,30%) e a Serrania do Ribeira (35,24%). Nas unidades pedológicas o Cambissolo (67,60%) com alta erodibilidade e o Neossolo (26,96%) com muito alta erodibilidade. Na declividade, o relevo Ondulado (31,14%) e o Forte Ondulado (44,61%) e na altimétrica, as classes de 400├600 m (12,68%), de 600├800 m (63,41%) e de 800├1.000 m (10,94%). As características ambientais da bacia demostram que o uso da terra restringe o uso de máquinas agrícolas em função das formações montanhosas na área, assim como, para o desenvolvimento agrícola convencional. Portanto, concluiu-se que há necessidade de planejamentos do desenvolvimento dos usos da terra para subsidiar os gestores municipais na tomada de decisões.</p> 2023-12-20T00:00:00-04:00 Copyright (c) 2024 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA https://revista.ufrr.br/rga/article/view/7842 PROPOSIÇÃO DE IMPLANTAÇÃO DE TÉCNICA COMPENSATÓRIA PARA MANEJO SUSTENTÁVEL DE ÁGUAS PLUVIAIS URBANAS NO MUNICÍPIO DE JABOATÃO DOS GUARARAPES, EM PERNAMBUCO 2023-12-06T10:48:53-04:00 Amaury Gouveia Pessoa Neto agpn@poli.br Simone Rosa da Silva simonerosa@poli.br Ioná Maria Beltrão Rameh Barbosa ionarameh@recife.ifpe.edu.br <p>A expansão desordenada da malha urbana, ocorrida em diversas cidades brasileiras a partir de meados do século XX, provocou consideráveis alterações nos elementos do ciclo hidrológico,&nbsp;resultando em&nbsp;um dos principais problemas enfrentados pela cidade, que é o aumento na frequência e magnitude&nbsp;de inundações&nbsp;e&nbsp;alagamentos. Dessa forma, o&nbsp;presente estudo teve como objetivo propor&nbsp;a implantação do reservatório de detenção em lotes&nbsp;como técnica compensatória para&nbsp;manejo sustentável de águas pluviais urbanas em uma área altamente suscetível a inundações e alagamentos do município de Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco. Para isso, foi delimitada uma microbacia de contribuição com uma área de, aproximadamente, 2,62ha onde foram identificados os lotes e as edificações inseridos em seu interior, totalizando 45. Para o dimensionamento do reservatório de detenção nesses lotes, foi utilizado o modelo matemático apresentado no Código de Obras do município de Jaboatão dos Guararapes, que considera o coeficiente de abatimento, a área impermeabilizada do lote e o índice pluviométrico. Pelos resultados, foi verificado que&nbsp;levando em conta um evento chuvoso de 15 minutos de duração e de cinco anos de tempo de retorno, deixarão de ser lançados 87,07 m³ de águas precipitadas na microbacia, concedendo ao sistema uma eficiência de, aproximadamente, 36,50%, mostrando&nbsp;que a&nbsp;aplicação dessa técnica&nbsp;é capaz de&nbsp;atenuar os transtornos causados por&nbsp;desastres hidrológicos&nbsp;na região. Esse tipo de constatação possibilita que&nbsp;gestores sejam incentivados à elaboração de políticas públicas que estabeleçam a implantação de técnicas compensatórias, sobretudo em áreas de adensamento urbano.</p> 2024-01-11T00:00:00-04:00 Copyright (c) 2023 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA https://revista.ufrr.br/rga/article/view/7883 GOOD HANDLING PRACTICES, HYGIENIC-SANITARY CONDITIONS AND MINERAL COMPOSITION OF SURURU (Mytella falcata) SOLD IN STREET MARKETS IN ALAGOAS, BRAZIL 2023-12-12T08:36:55-04:00 Vívian da Silva Santos Lucena vss.lucena@gmail.com Daniel Araujo daniel.araujo@ifal.edu.br <p>Com o presente trabalho, objetivou-se realizar um diagnóstico das boas práticas de manipulação (BPM), das condições higiênico-sanitárias e da concentração de minerais em sururu comercializado nas feiras livres dos municípios margeados pelas lagunas que compõem o Complexo Estuarino-Lagunar Mundaú-Manguaba (CELMM) em período seco e chuvoso. Para tanto, utilizou-se de uma <em>checklist</em> para auxiliar na classificação das feiras quanto às adequações previstas pela RDC nº 216/2004 – ANVISA. Para a investigação dos minerais, foram adquiridas amostras de todos os pontos de venda encontrados, totalizando 33 amostras nos dois períodos da pesquisa. As concentrações de ferro (Fe), cobre (Cu), manganês (Mn) e zinco (Zn) foram analisadas por espectrofotometria de absorção atômica e, as de chumbo (Pb), conforme &nbsp;protocolo específico (SMEWW). Com a aplicação da <em>checklist</em>, foi possível classificar as condições higiênico-sanitárias em todas as feiras visitadas como insatisfatórias. Quanto aos microminerais, independentemente do período de coleta, o ferro foi o que apresentou as maiores concentrações em todas as amostras, chegando a superar, em médias gerais, mais de quinze vezes os valores detectados de cobre, manganês e zinco. Já em relação ao metal tóxico chumbo, as amostras estiveram dentro do limite permitido em moluscos bivalves. Os resultados obtidos confirmam a importância do sururu para inúmeras famílias que o comercializam em feiras livres e reforçam a necessidade de um esforço conjunto, dos feirantes e dos responsáveis pela gestão desses espaços, para proporcionar à população dessas localidades um ambiente propício à comercialização de alimentos.</p> 2023-12-20T00:00:00-04:00 Copyright (c) 2023 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA https://revista.ufrr.br/rga/article/view/7888 MAPEAMENTO DO SERVIÇO ECOSSISTÊMICO DE SEQUESTRO DE CARBONO PRESTADO PELA COBERTURA FLORESTAL DO PARQUE ESTADUAL MATA DO PAU-FERRO E SUA ZONA DE AMORTECIMENTO, AREIA, PARAÍBA 2023-10-15T19:52:24-04:00 Jean Oliveira Campos jeannolliveira@gmail.com Eduardo Rodrigues Viana de Lima eduvianalima@gmail.com Diógenes Félix da Silva Costa diogenesgeo@gmail.com <p><audio class="audio-for-speech"></audio></p> <p>O serviço ecossistêmico de sequestro de carbono prestado pela cobertura florestal descreve o processo de captura do carbono atmosférico e sua incorporação na biomassa vegetal por meio da fotossíntese. O mapeamento desse serviço em unidades de conservação é de fundamental importância para evidenciar a contribuição das áreas protegidas para o bem-estar humano. Nesse sentido, o presente estudo tem como objetivo mapear o serviço ecossistêmico de sequestro de carbono prestado pela vegetação florestal nativa do Parque Estadual Mata do Pau-Ferro e da Zona de Amortecimento no município de Areia, no estado da Paraíba. Para isso, foi utilizado o índice CO<sub>2</sub>flux, que resulta da integração entre os índices NDVI e sPRI. As capacidades de sequestro de carbono, mapeadas pelo índice, variam de não relevante a alta, com a capacidade baixa predominante na zona, enquanto a capacidade média é majoritária na Unidade de Conservação. As informações geradas por meio das técnicas empregadas reforçam a contribuição do espaço na ciclagem do carbono, funcionando como sumidouro. Por outro lado, a degradação da vegetação pode elevar as taxas de emissão e transformar a área em uma fonte. Nesse sentido, destaca-se a importância de áreas protegidas florestais para a manutenção do sequestro e armazenamento de carbono.</p> <div class="translate-tooltip-mtz translator-hidden"> <div class="header"> </div> </div> 2023-12-20T00:00:00-04:00 Copyright (c) 2023 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA https://revista.ufrr.br/rga/article/view/7907 PADRÕES DE DESMATAMENTO NOS BIOMAS AMAZÔNIA, CERRADO E PANTANAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO ALTO PARAGUAI, MATO GROSSO - BRASIL 2023-12-06T10:47:26-04:00 Alexander Webber Perlandim Ramos webber.unemat@gmail.com Úrsula Ruchkys de Azevedo tularuchkys@yahoo.com.br Fernanda Vieira Xavier ferx.unesp@gmail.com Sandra Mara Alves da Silva Neves ssneves@unemat.br Edineia Aparecida dos Santos Galvanin edineia.galvanin@unesp.br <p>O objetivo deste estudo é analisar a dinâmica espacial da cobertura vegetal e uso da terra e a taxa de desmatamento na Bacia Hidrográfica do Alto Paraguai, localizada no estado brasileiro de Mato Grosso, visando que as informações possam contribuir no desenvolvimento de estratégias de planejamento territorial voltadas à conservação ambiental. Foram realizadas análises da dinâmica de mudanças da cobertura vegetal e uso da terra e das taxas de desmatamento por meio de procedimentos efetuados via geoprocessamento (recorte, reclassificação, redimensionamento e quantificação) dos dados anuais de mapeamentos (1985-2020) gerados pelo Projeto de Mapeamento Anual da Cobertura e Uso do Solo no Brasil (MapBiomas). Na unidade hidrográfica investigada as Áreas de Vegetação Natural sofreram redução de 19,82%, ao passo que as Áreas Antrópicas Agrícolas aumentaram 76,74%. Na bacia a taxa média de desmatamento foi de 1,57%/ano, enquanto que nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal na bacia foi de 4,09%/ano, 1,58%/ano e 0,75%/ano, respectivamente. No Pantanal a taxa média de desmatamento foi de 0,77%/ano para 0,88%/ano do quinquênio inicial (1986-1990) para o final (2016-2020), enquanto no mesmo período houve redução na Amazônia (5,12%/ano para 2,22%/ano) e no Cerrado (1,68%/ano para 1,21%/ano). Constata-se que na bacia o desmatamento ocorre de forma heterogênea, com maior intensidade nos biomas localizados na região de planalto (Amazônia e Cerrado), onde as áreas antrópicas superaram as áreas de vegetação natural. Embora a taxa média de desmatamento seja baixa no Pantanal, comparado aos demais biomas, foi observada uma tendência de aumento recente (2016-2020) na média</p> 2023-12-20T00:00:00-04:00 Copyright (c) 2023 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA https://revista.ufrr.br/rga/article/view/7733 ÍNDICE DE QUALIDADE DE ATERROS DE RESÍDUOS-IQR VALAS/LIXÕES NOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE RORAIMA, AMAZÔNIA OCIDENTAL, BRASIL 2023-12-27T13:10:04-04:00 Karoline Veloso Silva karoline.veloso@hotmail.com Lena Simone Barata Souza lenabarata@yahoo.com.br <p>Uma das grandes problemáticas da atualidade é a alocação final dos resíduos sólidos. Nessa perspectiva a indagação acerca das condições de como esses resíduos dentre o estado de Roraima estavam dispostos, tornou-se uma inquietação, logo este trabalho procurou caracterizar o cenário ambiental das áreas de disposição de resíduos sólidos nos municípios do Estado. Para isso utilizou-se como instrumento indicador da qualidade ambiental o Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos em Valas e Lixões-IQR-Valas/Lixões, formulário adaptado do Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos em valas-IQR que é um instrumento metodológico criado e utilizado pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo. Este formulário foi preenchido utilizando como fonte, visitas <em>in loco</em>, fotografias, imagens de sensoriamento remoto e dados obtidos junto aos órgãos ambientais de cada Município por meio de questionário padronizado. As informações coletadas foram quantificadas por critérios de pontuação, classificando como áreas inadequadas, controladas e adequadas. Assim, concluiu-se que nenhum dos municípios do Estado atingiu à pontuação superior a 8,1, zona que classificaria em condições adequadas e em conformidade com o que dispõe Política Nacional de Resíduos Sólidos. Em condições controladas se enquadrou apenas o município de Normandia com o equivalente a 6,7, pois dispõe de um aterro sanitário de pequeno porte nos padrões da ABNT/NBR 15849/2010. Assim, os demais Municípios funcionam em condições inadequadas não atendendo as legislaturas vigentes e configurando mera disposição a céu aberto. </p> 2023-12-20T00:00:00-04:00 Copyright (c) 2024 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA https://revista.ufrr.br/rga/article/view/7926 CARTOGRAFIA DO RELEVO E OS REGISTROS DA AÇÃO ANTRÓPICA NA SUB-BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MACAMBIRA NO ESTADO DO CEARÁ, BRASIL 2023-12-15T10:17:44-04:00 Bruna Bruna Lima Carvalho brunanelore@gmail.com José Falcão Sobrinho falcao.sobral@gmail.com Ana Paula Pinho Pacheco Gramata anapppacheco@gmail.com <p>O presente trabalho possui como objetivo mapear o relevo da sub-bacia hidrográfica do rio Macambira, localizada no estado do Ceará, Brasil, ocupando uma área de 3371,52 km², situada no Planalto Sedimentar da Ibiapaba. O estudo tem como base teórica e metodológica a classificação taxonômica de Ross (1992), a qual foi proposta para ambientes úmidos. Desta forma, adicionamos as propostas de Guimaraes et. al. (2017) e a classificação da CPRM, (2014), em função da área de estudo está submetida a clima de ambiente seco. Com relação aos resultados obtidos a classificação taxonômica do relevo apresentou no primeiro táxon: a Bacia Sedimentar do Parnaíba; segundo táxon: Planalto Sedimentar da Ibiapaba; terceiro táxon: as unidades morfológicas e padrões de formas semelhantes: reverso imediato, reverso do caimento topográfico suave e os padrões de acumulação (A), entre outros; o quarto táxon em níveis mais detalhados, os tipos de formas tabulares de topos planos (T-ap), colinas amplas e suaves (C-am, C-s), e colinas dissecadas (C-d), e o quinto nível taxonômico correspondendo aos tipos de vertentes (retilíneas, côncavas e convexas). Com relação ao sexto táxon, foram identificados registros antrópicos diversos. Diante disso, o mapeamento geomorfológico mostrou-se eficiente na área de estudo, atingindo os objetivos propostos, bem como servindo como base para novas pesquisas.</p> 2023-12-20T00:00:00-04:00 Copyright (c) 2024 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA