A CERTIFICAÇÃO ORGÂNICA EM MATO GROSSO DO SUL, BRASIL

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.18227/1678-7226rga.v15i2.7174

Palabras clave:

Agroecologia, Análise documental, Geografia Econômica, Produção orgânica.

Resumen

A certificação orgânica é uma forma de acreditação para os consumidores de que a produção derivada da agricultura, pecuária ou do extrativismo é realizada em bases sustentáveis, sem a utilização de agrotóxicos e com mínimos ou nenhum prejuízo ao ambiente. Estar certificado e utilizar o selo orgânico é uma forma de garantir a qualidade de seus produtos pelo agricultor. O objetivo deste trabalho é demonstrar a espacialização da certificação orgânica no estado de Mato Grosso do Sul em relação às certificadoras autorizadas e às atividades certificadas. Utilizou-se de pesquisa bibliográfica e documental na base de dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, oriunda do Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos. Observou-se que em Mato Grosso do Sul predominam as certificações por auditoria (79,59%) e que a Produção Primária Vegetal é o principal escopo das certificações (69,39%). A certificação orgânica não possui relevância quantitativa na escala estadual, pois está presente em apenas 15 (18,99%) dos 79 municípios.

Biografía del autor/a

  • Poliana Fernandes dos Santos, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
    Acadêmica do curso de Geografia. Bolsista Pibic pelo CNPq. Geografia Humana.
  • Edgar Aparecido da Costa, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campus do Pantanal

    Geógrafo, professor doutor do Curso de Geografia e do Mestrado em Estudos Fronteiriços.

    Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campus do Pantanal

  • Glenda Helenice da Silva Rodrigues, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campus do Pantanal

    Acadêmica do curso de Geografia; Bolsista de Extensão Universitária/UFMS Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campus do Pantanal

Publicado

01/12/2021

Cómo citar

A CERTIFICAÇÃO ORGÂNICA EM MATO GROSSO DO SUL, BRASIL. (2021). REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA, 15(2), 39-55. https://doi.org/10.18227/1678-7226rga.v15i2.7174