A HIDROGEOMORFOLOGIA COMO FERRAMENTA PARA POPULARIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE SABO NO BRASIL

Autores

  • Masato Kobiyama Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Av. Bento Gonçalves 9500, Porto Alegre/RS
  • Karla Campagnolo Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Av. Bento Gonçalves 9500, Porto Alegre/RS
  • Roberto Fabris Goerl Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Universitário Reitor João David Ferreira Lima, s/nº, Florianópolis/SC, roberto.f.goerl@ufsc.br

Palavras-chave:

Educação, Livros, Desastres relacionados a sedimentos, Região montanhosa.

Resumo

A gestão integrada de redução de desastres com base em SABO vem se popularizando no Brasil, que por sua vez é tradicionalmente conhecido no Japão como o conjunto de ciência-tecnologia-cultura, o qual busca sistemas de proteção para áreas montanhosas, com ênfase em desastres relacionados a sedimentos. O presente trabalho, por meio de revisão de literatura e bibliometria, buscou apresentar o conceito e histórico de SABO e a sua relação com a hidrogeomorfologia. Após levantamento bibliográfico, encontrou-se uma tendência crescente do número de publicações relacionadas à hidrogeomorfologia tanto no mundo quanto no Brasil, mas com tendência menos significativa em escala nacional. Isso implica em uma maior necessidade de incentivar a pesquisa na área de hidrogeomorfologia no Brasil, de forma que este incentivo pode ser realizado por meio de disciplinas de hidrogeomorfologia em diferentes cursos no ensino superior. A disciplina deve abranger processos hidrogeomorfológicos elementares (intemperismo, dinâmica da água em encosta e balanço de sedimentos) bem como mecanismos dos fenômenos causadores de desastres (e.g., fluxos de detritos, escorregamentos e inundação brusca).

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Publicado

01/12/2021

Edição

Seção

Artigos