v. 7, n. 2 (2014)


Capa da revista
O desafio de colocar uma revista científica no ar está mais em combinar esforços de subsistência deste veículo que no de escolher os textos para sua existência. No caso da Examãpaku isso é tão prazeroso quanto desvendar os elementos da simplicidade da vida cotidiana e desmistificar complexidades. A revista mora na Amazônia e fala de coisas da Amazônia, do Brasil, e do Mundo assim como Graciete da Costa em seu As Cidades Amazônicas da América Portuguesa. Jordana Cavalcante nos convida a entender melhor a inserção da Venezuela no Mercosul através do turismo; esta ainda uma terra feita de homens e mulheres é a Amazônia de Brena Caroline Miranda ao retratar de um lócus no período pré-colonial; se o norte desta revista é ser leitura que tal um estudo sobre a leitura na base do ensino – o fundamental - como atividade dura ou lúdica? Essa é a proposta de Maria Francisca em seu texto. Levando em consideração os aspectos jurídicos, temos a análise de João Jarochinski e Tainan Siqueira sobre jurisprudência na relação entre STF e o Direito Internacional. Nosso mosaico nos leva também às reflexões econômicas de Fábio Martinez acerca de Normandia. Estar na edição 14 desta experiência é uma realidade graças ao acreditar no imaginário que a Universidade nos permite: difundir conhecimento científico sem fronteiras e limites, com mãos no papel, ou melhor, no teclado. Cativar reflexivamente é nossa meta. Sejam bem-vindas e bem-vindas à leitura.

Comitê Editorial