http://revista.ufrr.br/rga/issue/feed REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA 2026-02-26T21:08:24-04:00 Revista Geografica Academica geograficaacademica@gmail.com Open Journal Systems <p><em>*English text below</em></p> <p>ORCiD: <a href="https://orcid.org/0009-0005-5337-3833">https://orcid.org/0009-0005-5337-3833</a></p> <p>A Revista Geográfica Acadêmica tem por objetivo publicar artigos científicos no escopo das grandes áreas de Ciências da Terra e Sociais Aplicadas, desde que sejam vinculados à temática em Geografia. Atualmente, este periódico é vinculado ao <a href="https://tmorato2.wixsite.com/mepa" target="_blank" rel="noopener">Laboratorio de Métricas da Paisagem (Dep. de Geografia/Hydros)</a> sediado na Universidade Federal de Roraima - UFRR).</p> <p>Esta revista é aberta, não cobra qualquer tipo de taxa para submissão ou aquisição do material aqui divulgado. O material publicado pode ser copiado de forma inteira ou parcial desde que seja citada a fonte. É de inteira responsabilidade do autor(s) o conteúdo do artigo publicado na Revista Geográfica Acadêmica.</p> <p>A RGA, a depender do fluxo de editoração, pode de forma momentanea, interromper o processo de submissão. Isso ocorre devido ao grande fluxo de submissões, sendo normalizado após o processo de editoração. Favor ficar atento ao iniciar o processo de submissão.</p> <p>Os autores não podem submeter os artigos publicados na RGA em outros periódicos, sendo estes de direitos autorais da RGA, não sendo possível serem publicados em outras revistas ou livros de forma integral. Leia sobre nossa Política de Ética na secção "Sobre a Revista".</p> <p>Os manuscritos são revisados por pares às cegas e os autores não são identificados. A peridiocidade deste periódico é semestral (dois números por ano, Jun/Jul. e Dez/Jan.). Leia sobre nossa política de revisão pelos pares na secção "Sobre a Revista".</p> <p><span class="long_text" lang="en">Revista Geografica Academica is licensed under a<br /><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/">Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil License</a>. (CC BY-NC-ND 2.5 BR)</span></p> <p>As diretrizes aos autores podem ser acessadas em "<a href="https://revista.ufrr.br/index.php/rga/about/submissions#authorGuidelines">Diretrizes aos autores</a>". O tempo de análise do parecer é em torno de 6 meses.</p> <p>Editor-Chefe: Dr.Thiago Carvalho</p> <p>Contato: geograficaacademica@gmail.com</p> <p> </p> <div id="sponsors"> <h3>Respons´ável pela Publicação</h3> <p>Editor-in-Chief: Dr.Thiago Carvalho (Dep. de Geografia - Universidade Feederal de Roraima, Brasil)</p> <p><a title="MEPA" href="https://tmorato2.wixsite.com/mepa">Laboratório de Métricas da Paisagem</a></p> <p>https://tmorato2.wixsite.com/mepa</p> <p>Contato: geograficaacademica@gmail.com</p> <p> </p> </div> <div id="contributors"> <h3><span class="Y2IQFc" lang="en">Fonte de Apoio<br /></span></h3> <p><a href="https://tmorato2.wixsite.com/mepa">Laboratório de Métricas da Paisagem</a></p> <p>https://tmorato2.wixsite.com/mepa</p> <p> </p> <p> </p> </div> <p><em>*English below</em></p> <p>The Geográfica Acadêmica Journal aims to publish scientific articles within the scope of the major areas of Earth and Applied Social Sciences.</p> <p>This journal is open, continuous flow, does not charge any kind of fee for submission or acquisition of the material published here. 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Como muitas outras cidades na Amazônia, Cantá enfrenta desafios únicos devido à sua localização geográfica, mas também possui um rico potencial que merece destaque. Este artigo busca explorar as principais potencialidades e limitações de Cantá-RR, oferecendo uma visão abrangente sobre as oportunidades e desafios enfrentados por essa cidade. Como objetivo principal, esta pesquisa procurou Identificar as potencialidades locais, como os recursos naturais, culturais e econômicos disponíveis que possam contribuir para o desenvolvimento sustentável da cidade, bem como, investigar os desafios, como infraestrutura, educação e saúde, enfrentados que podem inibir o crescimento e desenvolvimento local. A pesquisa iniciou-se, primeiramente, com revisão de literatura; posteriormente com pesquisa documental e a observação de campo. Depois dessas fases houve a pesquisa de campo, por meio da aplicação de questionários com os moradores e representantes do poder público na cidade. Constatou-se que o Cantá, como pequena cidade da Amazônia, carrega traços da época de sua criação como colônia agrícola e tem ganhado destaque com suas produções na agropecuária e mais recentemente no turismo. Este estudo visou não apenas iluminar as particularidades do Cantá, mas também contribuir para um entendimento mais amplo das dinâmicas de desenvolvimento em pequenas cidades na Amazônia, oferecendo insights que podem ser aplicados em contextos semelhantes na região</p> 2025-12-20T00:00:00-04:00 Copyright (c) 2026 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA http://revista.ufrr.br/rga/article/view/8750 DINÂMICAS DE PODER NOS GRANDES PROJETOS DA FRONTEIRA AMAZÔNICA 2025-12-05T10:51:36-04:00 Antônio Rodrigues da Silva Júnior silvajuniorgeo@yahoo.com.br André Cutrim Carvalho andrecc83@gmail.com André Luís Assunção de Farias andre2016.farias@gmail.com <p>Do ponto de vista histórico, os Grandes Projetos implantados na Amazônia brasileira se articulam em multiescalas de poder nas quais Estado e capital mantêm uma aliança estrutural, resultando na distribuição desigual de danos e riscos socioambientais sobre os territórios e configurando um quadro persistente de desigualdade ambiental. O presente artigo tem como objetivo desenvolver uma reflexão crítica acerca das interfaces teóricas entre geopolítica e ecologia política na análise dos Grandes Projetos que atuam na fronteira amazônica do Estado do Pará, tomando como referência os casos da mineração, das rodovias e das hidrelétricas. A metodologia fundamenta-se na ecologia política, que permite compreender as relações assimétricas de poder entre os agentes sociais e as formas pelas quais (re)configuram o território segundo interesses econômicos, políticos e culturais, e, para sustentar essa análise, adotaram-se procedimentos metodológicos de natureza exploratória-bibliográfica. Os resultados evidenciam a reprodução histórica da desigualdade ambiental, marcada, sobretudo, pela distribuição assimétrica de danos e riscos socioambientais que incidem de forma mais intensa sobre os sujeitos sociais vulnerabilizados. Essa desigualdade é reforçada pela aliança estrutural entre Estado e capital, a qual orienta uma concepção de desenvolvimento sustentada nos Grandes Projetos, modelo que segue vigente e sistematicamente reproduzido, mesmo nos dias atuais. Portanto, essa racionalidade produtiva, ao se materializar no território paraense, redefine a fronteira amazônica como um espaço estratégico de disputa e controle, operando a partir de lógicas de territorialização e apropriação seletiva dos recursos naturais, o que aprofunda assimetrias de poder e vulnerabilidades socioambientais.</p> 2025-12-20T00:00:00-04:00 Copyright (c) 2026 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA http://revista.ufrr.br/rga/article/view/8787 DISTRIBUIÇÃO DOS TOTAIS MENSAIS DE CHUVA EM GOIÁS E NO DISTRITO FEDERAL: ANÁLISE DE UM EPISÓDIO DE EL NIÑO 2025-12-05T11:40:13-04:00 Washington Silva Alves washiipora@hotmail.com João Batista Pereira Cabral jbcabral2000@yahoo.com.br Diego Tarley Ferreira Nascimento diegonascimento@ufg.br <p>O ENOS e a ODP são fenômenos que modificam a circulação atmosférica sobre o oceano pacífico equatorial/tropical e promovem alterações climáticas em várias partes do mundo. Essa pesquisa teve como objetivo analisar a distribuição dos totais mensais de chuva nos meses correspondentes ao período chuvoso em Goiás e no Distrito Federal, em dois episódios de El Niño, um associado a fase quente da ODP e o outro associado a fase fria. Para cumprimento desse objetivo, utilizou-se dados históricos de chuva de 1975 a 2016 de 40 estações pluviométricas da Agência Nacional de Águas (ANA) e do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Os eventos de El Niño e as fases positiva e negativa da ODP se identificou por meio de dados da NOAA e em seguida selecionados dois episódios extremos de El Niño, considerados muito forte, um na fase quente (1982/1983) e outro na fase fria (2015/2016). Os dados foram organizados em banco de dados e aplicado técnicas estatísticas para gerar a regiões pluviométrica na área de estudo, os limites máximos e mínimos e também aplicação dos testes <em>F e t </em>de Student, com intuito de comparar os totais mensais, registrados nos dois episódios, e verificar se houve diferenças significativas. Também se fez uso do <em>Standardized Precipitation Index<a href="#_ftn1" name="_ftnref1"><strong><u>[1]</u></strong></a> (SPI)</em> de cada mês analisado para verificar as anomalias de chuva. Os resultados demonstraram que as fases da ODP interferiram na distribuição mensal dos episódios de El Niño, que na fase quente o El Niño foi potencializado e registrou-se anomalias positivas nos totais mensais dos meses analisados.</p> <p>&nbsp;</p> <p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1"><u>[1]</u></a> <em>Standardized Precipitation Index. </em>Traduzindo para o português do Brasil significa: “Índice de Precipitação Padronizada.</p> 2025-12-20T00:00:00-04:00 Copyright (c) 2026 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA http://revista.ufrr.br/rga/article/view/8758 ANÁLISE AMBIENTAL E UMA ABORDAGEM DAS FRAGILIDADES AMBIENTAIS DO MUNICÍPIO DE SÃO BENEDITO, CEARÁ, BRASIL 2025-10-17T14:23:45-04:00 José Falcão Sobrinho falcao.sobral@gmail.com Maria Vitória Rodrigues Lopes vitoriarodrigues.web@gmail.com <p>A presente pesquisa, realizada no município de São Benedito, no estado do Ceará, objetivou identificar as fragilidades ambientais potenciais e emergentes do território no qual se insere. A metodologia adotada consistiu no levantamento de métodos e técnicas para o mapeamento de fragilidades ambientais e na elaboração de mapas temáticos. No estudo, foram identificados quatro níveis de fragilidade potencial e três níveis emergentes, havendo predominância destes últimos, o que reafirma a necessidade de ordenar o uso e cobertura da terra no município. Observou-se, ainda, a relação entre os níveis e tipos de fragilidade e as unidades geomorfológicas.</p> 2025-12-20T00:00:00-04:00 Copyright (c) 2026 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA http://revista.ufrr.br/rga/article/view/8800 AVALIAÇÃO QUALITATIVA DOS LOCAIS DE INTERESSE DA GEODIVERSIDADE (CÂNIONS) DE BOQUEIRÃO DO PIAUÍ, BRASIL 2025-12-05T12:21:20-04:00 Jaelson Silva Lopes jaelson.s.l@ufpi.edu.br Cláudia Maria Sabóia de Aquino cs.saboia@gmail.com Maria da Paz da Cruz Vitorio de Oliveira mpv.oliveira03@gmail.com Renê Pedro de Aquino rene.uespi@gmail.com <p>Tendo em vista a relevância dos componentes abióticos para a manutenção da vida e conservação da biodiversidade e, mais ainda, ao considerar a necessidade de pesquisas com essa abordagem no território piauiense, este estudo visa inventariar os Locais de Interesse da Geodiversidade (LIGs) com potencial geomorfológico do tipo cânions no município de Boqueirão do Piauí, Brasil, como subsídio à geoconservação. Os procedimentos metodológicos empregados foram: i) levantamento bibliográfico, ii) trabalho de campo, registros fotográficos e preenchimento da ficha de inventário de Araújo <em>et al</em>. (2024), iii) análise de dados e utilização de técnicas de geoprocessamento. Assim, foi possível inventariar três Locais de Interesse da Geodiversidade (LIGs), sendo eles: LIG - Cânion do Funil, Cânion Quebra Vara e Mini Cânion Balsas do Longá. A partir da avaliação realizada, constatou-se a importância dos LIGs no que diz respeito aos potenciais científico, educativo, turístico e cultural para o município de Boqueirão do Piauí. Por conseguinte, salienta-se que os resultados apresentados nesta pesquisa podem ser utilizados pela gestão municipal de Boqueirão do Piauí, o qual pode delinear estratégias de uso sustentável desses locais, aliando conservação dos elementos bióticos e abióticos, com práticas turísticas, culturais centradas na educação ambiental e respeito ao patrimônio natural.</p> 2025-12-20T00:00:00-04:00 Copyright (c) 2026 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA http://revista.ufrr.br/rga/article/view/8785 EXPANSÃO URBANA E IMPACTOS NAS BACIAS DO BACANGA E DO ANIL: UM OLHAR SOBRE O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM SÃO LUÍS, MARANHÃO 2025-10-17T14:25:58-04:00 Luana do Nascimento Dias dias.luana@discente.ufma.br Alef Fontinele Teixeira alef.fontinele@discente.ufma.br Marina Rocha de Carvalho marina.carvalho@discente.ufma.br Antonio Carlos Leal de Castro alec@ufma.br <p>A expansão urbana de São Luís, Maranhão, tem se consolidado historicamente sobre áreas estuarinas e de elevada sensibilidade ambiental, intensificando pressões socioambientais nas bacias hidrográficas dos rios Bacanga e Anil. Considerando a relevância estratégica dessas bacias para a dinâmica ecológica, hidrológica e urbana da capital maranhense, o presente estudo se propõe a analisar comparativamente os impactos da urbanização e da prática de aterros sobre o uso e cobertura da terra, a dinâmica hidrológica e a governança territorial nessas unidades hidrográficas. Adotou-se abordagem quali-quantitativa, de caráter exploratório-descritivo, fundamentada em revisão bibliográfica sistematizada, análise documental, mapeamento temático em Sistema de Informações Geográficas (QGIS 3.38.3), interpretação de imagem de satélite e verificação em campo. Os resultados evidenciam contrastes expressivos entre as bacias: no Bacanga, a vegetação ainda predomina (56,42%), embora a urbanização represente 33,88% da área total; enquanto no Anil, verifica-se estágio avançado de urbanização (72,63%), com reduzida cobertura vegetal (15,84%) e maior presença relativa de áreas aterradas (12,31%). A associação entre expansão urbana e aterros hidráulicos tem promovido impermeabilização do solo, alteração do regime de escoamento superficial, comprometimento de nascentes e magnificação de riscos hidrológicos, como alagamentos e degradação da qualidade da água. A análise do arcabouço normativo compostos pela Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei nº 9.433/1997), Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010) e a legislação municipal pertinente, revelam avanços institucionais, ainda que demonstrem limitações na integração entre planejamento urbano e gestão de bacias. Infere-se que a sustentabilidade das bacias do Bacanga e do Anil depende da adoção de modelos integrados de governança ambiental, baseados na articulação entre ordenamento territorial, proteção de áreas sensíveis e fortalecimento institucional, de modo a promover a resiliência socioecológica e o desenvolvimento urbano sustentável em São Luís</p> 2025-12-20T00:00:00-04:00 Copyright (c) 2026 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA http://revista.ufrr.br/rga/article/view/8788 PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS(AS) PESCADORES(AS) ARTESANAIS DA LAGOA DA PONTA GRANDE, AGROVILA PORTO, IPANGUAÇU-RN 2026-02-06T11:04:05-04:00 Yana Karina de Lima Souza Silva yanaescolarprofgeo@gmail.com Josiel de Alencar Guedes josielguedes@uern.br <p>A Agrovila Porto é uma comunidade que pertence atualmente ao conjunto de Assentamento Rural Pedro Ezequiel de Araújo, registrado pelo Instituto de Colonização e Reforma Agrária – INCRA no município de Ipanguaçu no estado do Rio Grande do Norte e está localizada às margens da Lagoa da Ponta Grande. Ela é composta, em sua maioria, por pescadores(as) artesanais que praticam a atividade da pesca de forma autônoma ou em regime de economia familiar e, para isso, utilizam meios próprios ou mediante contrato de parceria, a partir de embarcações de pequeno porte. O público-alvo da pesquisa foram pescadores(as) artesanais rurais residentes na Agrovila Porto, associados a Colônia de Pescadores Aquicultores e Afins Z-47 de Ipanguaçu/RN, homens e mulheres maiores de 18 anos de idade, que residem há mais de 10 anos na comunidade. Como metodologia para a aquisição dos dados foram utilizadas entrevistas e aplicações dos questionários, sendo adotada a técnica bola de neve, onde o/a pescador(a) já entrevistado(a) indica outros(as) do mesmo perfil. Foram identificados o perfil socioeconômico da comunidade e características como sexo, estado civil, idade, nível de escolaridade, renda mensal, tempo de moradia na comunidade, tempo que exerce a profissão de pescador(a).</p> <p> </p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Perfil Socioeconômico, Pescadores(as) Artesanais, Agrovila Porto, Lagoa da Ponta Grande.</p> 2025-12-20T00:00:00-04:00 Copyright (c) 2026 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA http://revista.ufrr.br/rga/article/view/8895 MUDANÇAS NA ESTRUTURA DA PAISAGEM NO RIO GRANDE DO SUL ENTRE 1985 E 2023 2026-02-12T08:55:23-04:00 Letícia Figueiredo Sartorio leticia.sartorio98@gmail.com Marcos Wellausen Dias de Freitas mfreitas@ufrgs.br <p>As atividades humanas modificam intensamente a superfície terrestre, no Rio Grande do Sul há transformações significativas na configuração espacial dos usos da terra nas últimas décadas acompanhadas pela degradação de ecossistemas. Análises das mudanças do uso e cobertura da terra conjuntamente com as métricas da paisagem possibilitam mensurar as modificações na paisagem ao longo do tempo. Portanto, o presente estudo tem como objetivo analisar a estrutura da paisagem e sua dinâmica para o Rio Grande do Sul entre 1985 e 2023 a partir dos dados do projeto MapBiomas. Para isso foram aplicadas técnicas de quantificação das mudanças do uso e cobertura da terra, abrangendo o emprego de matrizes de transição, a análise das dinâmicas de ganho e perda, a quantificação de incidentes e estados, e o cálculo de métricas da paisagem. Os resultados demonstraram a alteração na composição da paisagem do Estado, reduzindo as áreas de vegetação natural e as substituindo por monoculturas, com uma perda de 14,74% na área das classes de cobertura. Destaca-se a expansão das áreas agropecuárias (soja e silvicultura) e urbanas. As métricas da paisagem revelaram um crescimento no número de manchas, e a redução de suas áreas e perímetros, indicando aumento da fragmentação da paisagem. Conclui-se que houve uma intensa alteração e fragmentação na estrutura da paisagem no Rio Grande do Sul em 39 anos. As informações aqui geradas podem subsidiar a elaboração de planejamentos ambientais.</p> 2025-12-20T00:00:00-04:00 Copyright (c) 2026 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA http://revista.ufrr.br/rga/article/view/8906 ISA-CERRADO: MODELO EMPÍRICO PARA MENSURAÇÃO DO POTENCIAL DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AMBIENTAIS NO CERRADO 2026-02-26T21:08:24-04:00 Alécio Perini Martins alecioperini@ufj.edu.br Cleonice Batista Regis Soares cleoniceregis@gmail.com <p>Os serviços ecossistêmicos desempenham papel fundamental na manutenção da qualidade ambiental e no bem-estar humano, especialmente aqueles associados às funções de regulação climática, dinâmica hidrológica, conservação dos solos e suporte aos ecossistemas. No Cerrado, a intensificação do uso agropecuário tem comprometido essas funções, demandando instrumentos operacionais capazes de subsidiar políticas públicas de conservação. Este artigo tem como objetivo apresentar o ISA-CERRADO, um modelo empírico conservacionista para mensuração do potencial de prestação de serviços ambientais de regulação e suporte em escala municipal, fundamentado em técnicas de inteligência geoespacial e no uso de bases públicas acessíveis via <em>Google Earth Engine</em>. A metodologia integra indicadores biofísicos da vegetação derivados de sensoriamento remoto, fatores de modulação do uso e cobertura da terra e indicadores de fragilidade geoambiental, estruturados em uma equação empírica simples e replicável. O modelo foi aplicado no município de Serranópolis (GO), gerando mapas sazonais e anuais do potencial de serviços ambientais em resolução de 30 m. Os resultados evidenciaram maiores valores associados às formações florestais, savânicas, áreas úmidas e fundos de vale, enquanto áreas agropecuárias intensivas apresentaram baixos potenciais, mesmo com elevado vigor vegetativo. A incorporação da fragilidade do ambiente mostrou-se decisiva para o caráter conservacionista do índice, destacando áreas prioritárias para conservação e recuperação. O ISA-CERRADO constitui uma ferramenta operacional eficiente para planejamento ambiental e programas de pagamento por serviços ambientais, com potencial de geração de renda a partir da conservação do Cerrado, embora ainda passível de aprimoramentos por meio de validações de campo e incorporação de novos indicadores.</p> 2025-12-20T00:00:00-04:00 Copyright (c) 2026 REVISTA GEOGRÁFICA ACADÊMICA